quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Chaves - Pelas margens do Tâmega

É sempre agradável um passeio pela ciclovia deste rio, mesmo no Inverno. Os campos não se encontram ainda floridos mas as árvores, sem folhas, tornam-se mais transparentes, deixando ver ambas as margens. O rio nesta altura apresenta um caudal fabuloso, e podemos apreciar alguns miradouros que ficaram do antigo casario quase debruçados sobre as águas. Comecemos por subir pela margem direita, a montante da ponte romana, surgindo à vista o Museu Nadir Afonso.
 
O edifício do Museu rodeado por ruínas de casas e caminhos antigos.

Miradouro sobre o rio.
Parte da ciclovia normalmente com alguma solidão.
O espelho da outra margem.
Passar à outra margem este ano tem sido difícil, pelo desmoronar da estrutura. 
Uma nota campestre. Lá ao fundo sobrevoavam e pousaram duas cegonhas.
Ponte Engº Carmona, inaugurada em 1952.
Mais um miradouro sobre o rio.
Azenha dos Agapitos. Foi pena ter ficado fora do circuito, pois reconstruída poderia ser um importante apoio dos utilizadores do mesmo, como pausa para um café e espaço de convívio. E também pela função histórica que desempenhou, "moendo o pão de toda a gente".
Aqui podemos apreciar este fabuloso espelho de água.
Com as poldras e a ponte pedonal ao fundo, o leito do rio mantém-se grandioso.
Com o sol quase encoberto, passagem pelo Jardim Cândido Sotto Mayor.
A ponte Trajano indica-nos que a tarde está no fim. E o nosso passeio também.